Aperfeiçoar! Inovar! Revolucionar! São essas, de modo geral, as formas mais latentes de motivação para se empreender e tentar algo novo. Seja um serviço ou um produto, em geral, se tem em mente que para obter sucesso em algo, se faz necessário essas características para este ser bem aceito e ter sucesso no mercado, o que não deixa de ser verdade e vivenciamos isso desde sempre.

Ao focar no usuário, tudo é levado em consideração, desde as possibilidades técnicas e econômicas do desenvolvimento até as expectativas e vontades do usuário que necessita de tal resultado. De acordo com Tim, o Design Thinking iniciou-se com o que Roger Martin, professor de negócios da Universidade de Toronto, chamava de Pensamento Integrador, mas muito antes disso, já no século XIX, o inventor Isambard Kingdom Brunel já utilizava desses pensamentos para soluções de problemas de sua época, por conta disso se destacou muito em um cenário de revolução e é considerado referência a sua época.

Atualmente,  passamos por um momento em que devemos rever inúmeros conceitos e nos adequar as atualidades que estão por vir, e o Design Thinking tornou-se uma ferramenta muito aplicável a todas as áreas e também, a todas as organizações. Tim Brown nos mostra que essa fase de transição, a qual vivemos nos dias de hoje, necessita de formas inovadoras de resolução de problemas, e se o sistema como o mundo funciona está em transição, as formas de resolver os problemas do mundo também devem passar por mudanças.

O Design Thinking é uma forma moderna, atual e realista de se entender diversos tipos de problemas, procurando suas soluções no contexto do usuário, entendendo suas vontades e cultura, e assim, satisfazê-lo, tornando sua rotina mais fácil e tranquila, melhorando seu conforto, agilizando suas tarefas e sendo realmente útil, a ponto do cliente sentir o resultado e não apenas consumir algo pré-concebido, não suprindo suas necessidades.

Rodolfo Rodrigues, assessor de Marketing da Business Consultoria.